Algumas pessoas querem implantar, no Brasil, o uso normal de drogas, especificamente, da maconha. Um tal Movimento Nacional pela Legalização das Drogas, copiando o que não há de melhor nos EUA, passou a ser um dos autores da marcha da maconha. Com isso, planejam disseminar a ideia de legalização do uso dessa droga no país.
Ao que parece, essas pessoas não pensam nas famílias. Será que elas se importam com pais e mães que têm seus filhos dominados pelas drogas? Será que elas - pelo menos uma vez - cuidaram de um adolescente viciado, ou deram amparo a uma criança caída pelo vício? Preferem pensar somente no prazer de quem usa a droga, mas não nas maléficas consequências da erva?
Os propagadores dessa idéia raciocinam de uma maneira egoísta. Para satisfazer a vontade de alguns, acreditam que todos podem se controlar, usando drogas. E mais. Falam da maconha como se fosse algo banal, um cigarrinho qualquer, inofensivo. Nada mais falso e perigoso para a saúde pública. Definitivamente, legalizar o uso de drogas, como a maconha, é um retrocesso, nunca um avanço.
É possível pensar como muitos adolescentes, principalmente, ficariam entusiasmados, com vontade de fumar maconha. Se hoje, com a proibição de cigarros comuns e de bebidas alcoólicas para menores, as autoridades e os pais sofrem para cumprir a lei, acrescente-se a maconha nisso tudo. Um desastre para a saúde dos jovens e para a estrutura familiar.
Poderíamos sugerir aos marchadores outros temas, muito mais importantes e nobres. Por exemplo: ‘Movimento pela Saúde de Crianças e Adolescentes’, ‘Marcha pelo Cumprimento da Lei’, ‘Ativistas da Organização Social’, Movimento para Melhorar o Ensino no País, Marcha pela Melhoria das Leis Penais.
A energia despendia pelos defensores das drogas poderia ser canalizada para causas muito mais edificantes. Por ora, aqui, diante da marcha da maconha, pede-se um pouco mais de sensatez, de altruísmo e responsabilidade com a saúde alheia.
Disponível em: http://evandropelarin.blogspot.com
quinta-feira, 23 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
ECONOMIA DA ÁFRICA: Pobreza e comércio
Pobreza
A maioria dos países da África Subsaariana está na categoria de países do Banco Mundial com Renda Nacional Bruta (RNB) inferior a US$ 765 per capita por ano. Etiópia e Burundi estão em situação mais precária, com US$ 90 da RNB por pessoa.
Mesmo países com renda média como o Gabão e Bostsuana possuem boa parte de sua população vivendo na pobreza.
No norte da África, as condições são um pouco melhores do que ao sul do Saara. Lá estão as economias mais estáveis, comércio e turismo são relativamente altos e há uma menor incidência de Aids.
Mesmo países com renda média como o Gabão e Bostsuana possuem boa parte de sua população vivendo na pobreza.
No norte da África, as condições são um pouco melhores do que ao sul do Saara. Lá estão as economias mais estáveis, comércio e turismo são relativamente altos e há uma menor incidência de Aids.
Comércio
A África é rica em recursos naturais como minérios, madeira e petróleo, mas o comércio com o resto do mundo costuma ser difícil. Entre as causas estão infraestrutura precária, instabilidade governamental, o impacto da Aids na população em idade economicamente ativa e a corrupção. Segundo a Transparência Internacional, oito dos 20 países onde há maior corrupção são africanos e o país na África Subsaariana onde o problema é menos grave é a África do Sul, em 44ª lugar no ranking.
Países mais pobres e ONGs como a Oxfam também alegam que as regras de comércio internacional são injustas.
Fone: BBC
Países mais pobres e ONGs como a Oxfam também alegam que as regras de comércio internacional são injustas.
Fone: BBC
domingo, 5 de junho de 2011
05 de junho, dia do meio ambiente
No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.
A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, onde a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, onde a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.
A importância da data é devido às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.
A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da secretaria especial do meio ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.
Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies animais.
A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.
É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.
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